Creio eu que talvez não seja tão comum usar o orkut para fins um tanto reflexivos.
Rever fotos de pessoas outrora conhecidas e que hoje não passam de mais um scrap-propaganda no scrapbook.
Não foi por vontade própria que as coisas se desencadearam dessa maneira...talvez um pouco de falta de vontade... mas o fato é que assim estão.
É batata, fim de ano sempre bate uma nostalgia, uma dúvida e uma enorme esperança de poder se aprimorar nas falhas do passado.
Principalmente quando junto ao fim do ano está o fim do colégio, a separação de uns poucos amigos especiais, a ansiedade pelo veredicto da universidade.... todo um destino em questão de dias.
É estranho de repente me sinto tão velha... como se tivesse vivido muita coisa, mesmo achando que vivi tão pouco...
Não, isso não é um epitáfio... talvez um de uma fase da vida... mas só uma fase.
Há tantos mundos dentro deste pequeno ser que sonha em ser grande.
Já ouvi certa pessoa dizer que a minha alma é velha...
sabe... acho que acredito.
Talvez tenha eu uma visão um tanto precoce do mundo, se é que podemos chamar assim.
Mas, essas são só mais uma velhas figurinhas coladas em um novo álbum.
Devaneios à deriva de um dia ocioso em frente ao pc...
Acordaremos no dia 1° de janeiro com uma idéia de que este ano será diferente...
Espero continuar a acreditar nela até o 31 de dezembro...
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
Discurso de término do ano letivo.

Acabou... Não seria mal começar pelo fim, afinal ele já está tão próximo... Ou seria apenas uma transição? Um novo começo?
Quero crer que a vida assumirá a responsabilidade de nos responder. Então voltemos ao início... O início dessa nossa vida coletiva, colegial.
Muitos aqui carregam em sua memória a lembrança da 1° vez que passaram por aqueles portões. Eram apenas mais alguns novos rostos, que esta Equipe iria ver crescer. O que não esperávamos é o quão importante ela se tornaria para nós.
Sabe quando dizem que a escola é sua segunda família? Sinto que estão completamente corretos. Pois é neste lugar que reconhecemos a amizade verdadeira, sentimos todo tipo de sentimento, desde a alegria até a tristeza, a raiva... Mas também é onde aprendemos a perdoar. E onde ocorreram nossas primeiras paixões, se não foram aqui?
Sem pedir nossa opinião, juntaram em uma sala 50 indivíduos completamente diferentes. 50 vidas em desenvolvimento, 50 formas de ver o mundo. Nessa sala fizeram passar pessoas que de uma forma, ou de outra, nos marcariam.
Tantos rostos vimos passar no decorrer dos anos... Uma enorme carga de conhecimento nos foi apresentada, não digo matriz curricular e sim algo muito mais importante, experiência de vida.
Nossa primeira professora, as aulas de artes, de informática...
Os fiscais... Quem nunca se estressou por eles nos obrigarem a subir para a sala depois do recreio? Ou agradeceu por fazerem vista grossa de vez em quando?
Quem nunca passou pela época em que achava que a melhor aula que tínhamos era a de Ed. Física?
Infelizmente alguns não estão mais presentes para agradecermos à participação que tiveram em nossa formação.
Quero crer que a vida assumirá a responsabilidade de nos responder. Então voltemos ao início... O início dessa nossa vida coletiva, colegial.
Muitos aqui carregam em sua memória a lembrança da 1° vez que passaram por aqueles portões. Eram apenas mais alguns novos rostos, que esta Equipe iria ver crescer. O que não esperávamos é o quão importante ela se tornaria para nós.
Sabe quando dizem que a escola é sua segunda família? Sinto que estão completamente corretos. Pois é neste lugar que reconhecemos a amizade verdadeira, sentimos todo tipo de sentimento, desde a alegria até a tristeza, a raiva... Mas também é onde aprendemos a perdoar. E onde ocorreram nossas primeiras paixões, se não foram aqui?
Sem pedir nossa opinião, juntaram em uma sala 50 indivíduos completamente diferentes. 50 vidas em desenvolvimento, 50 formas de ver o mundo. Nessa sala fizeram passar pessoas que de uma forma, ou de outra, nos marcariam.
Tantos rostos vimos passar no decorrer dos anos... Uma enorme carga de conhecimento nos foi apresentada, não digo matriz curricular e sim algo muito mais importante, experiência de vida.
Nossa primeira professora, as aulas de artes, de informática...
Os fiscais... Quem nunca se estressou por eles nos obrigarem a subir para a sala depois do recreio? Ou agradeceu por fazerem vista grossa de vez em quando?
Quem nunca passou pela época em que achava que a melhor aula que tínhamos era a de Ed. Física?
Infelizmente alguns não estão mais presentes para agradecermos à participação que tiveram em nossa formação.
Porém é fato que sentiremos uma enorme saudade: das inúmeras qualidades de Rogério Andrade; do NOTE de Lessa; da paciência de Romero; da enCATH de Adilson; do frango desossado de Aderbal;dos pilotos de Sérgio estralando; do machismo de Otacílio; das polêmicas de Rogério Costa; a calma de Rogério Lopes e Nivaldo; de como Amaro e Eliene, independentemente de como, conseguiram prender nossas atenções; da depressão coletiva que a ausência de Carol nos causou; do incenso de Ramsés; da humildade de Marcelo, desde a 7° série; do zum de André; da paixão reclusa de Carlão pelo SPORT; do drama de Arthur; as fofocas de Poroca ;do amor de Hugo por Bebel Santana; os conselhos de Márcia; e as constantes súplicas de Isis por Jeová.
Enfim, cada membro desta equipe, juntamente com a nossa família, sempre tão presente, foi uma peça importante para o complemento desse imenso quebra-cabeça que é a nossa formação. Uma colcha de retalhos que jamais será finalizada.
E este momento é o marco da passagem do último ano de nossa vida colegial. Mas para as boas lembranças, isto jamais significará um fim, e sim um passado que sempre poderá ser resgatado com um sorriso na face. Os verdadeiros sentimentos jamais irão acabar, pelo contrário, só tendem a se solidificar cada vez mais. Vamos agora descobrir este mundo completamente novo que está à nossa frente. Experimentar uma dose extra de novidade na vida. O futuro é abstrato, todavia, nossa essência sempre será imutável.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
1+ 0 = 1/2

Me entristece a tua presença
pois sei que ela jamais será completa.
É sina, eu sinto,
ter sempre de dividir as melhores coisas.
pois sei que ela jamais será completa.
É sina, eu sinto,
ter sempre de dividir as melhores coisas.
Cansei, terei eu de gritar isso ao mundo?
Sinto em minhas entranhas a fadiga da existência.
A parcialidade da totalidade
tem me perseguido como sombra.
Sombra esta que até no escuro insiste em aparecer.
Meus olhos estão fechando em auto-defesa.
É melhor sonhar a ter de aprender a conviver com a decepção.
Fatos do ofício meu bem.
Viver é doloroso...
Porém, acredito eu, não viver...
É tedioso.
Me desculpe, mas não consigo tolerar o tédio.
E por aí vou sobrevivendo...
Entres becos e vielas,
shoppings e bibliotecas.
Na eterna esperança de me encontrar...
Ou quem sabe,
algo para me completar.
Queria que esse algo fosse você.
E por aí vou sobrevivendo...
Entres becos e vielas,
shoppings e bibliotecas.
Na eterna esperança de me encontrar...
Ou quem sabe,
algo para me completar.
Queria que esse algo fosse você.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
A ausência do fim.

Por quê você veio?
Eu já havia desistido de amar.
Eu era feliz...
A leveza de apenas ser,
havia tomado conta de mim.
Nas pessoas do meu verbo
não havia tu,
muito menos nós.
Eu já havia desistido de amar.
Eu era feliz...
A leveza de apenas ser,
havia tomado conta de mim.
Nas pessoas do meu verbo
não havia tu,
muito menos nós.
Então quando meu mundo
estava plano e imutável...
Você me aparece tornando tudo abstrato,
tanto quanto o quartinho dos fundos de minha mente.
estava plano e imutável...
Você me aparece tornando tudo abstrato,
tanto quanto o quartinho dos fundos de minha mente.
Cheio de doces palavras
em minha hora mais solitária.
Me fez querer estar a seu lado.
Fazer de seus ombros apoio.
em minha hora mais solitária.
Me fez querer estar a seu lado.
Fazer de seus ombros apoio.
Me obrigou, enquanto me afogava em seus olhos,
Sentir aquilo q eu havia prometido,
não mais sentir.
não mais sentir.
Fez de minha cabeça
um mundo onde só você reinava...
É fato.
Eu seguiria feliz os teus passos.
Se me permitisse.
um mundo onde só você reinava...
É fato.
Eu seguiria feliz os teus passos.
Se me permitisse.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Mas eu falei sem pensar... e quero crer que você também.
Não me sinto bem.
Isso é um fato!
Deixei de acreditar, ter sido obra do acaso...
Clichê demais para meu eu indefinido.
Preferia qualquer coisa,
a sentir esse asco que tua presença tem me causado.
Creio que não acharia ruim um soco,
a ver tudo o que meus olhos estão sendo obrigados a ver.
Odeio o quanto tua imagem
me faz refletir sob o paralelo que abriga a nossa convivência.
A fidelidade que com o passar dos anos
se tornou cordialidade.
Deixamos (sim, eu sei que o erro também foi meu)
terceiros habitarem nossa realidade.
Ouvimos por outras bocas, palavras nossas.
Falamos sem pensar....
sem pensar...
Escutamos quem não devia...
Minha amiga, os textos foram corrompidos.
Creio eu que você não acreditaria.
Mas irei de encontro ao meu ego,
a minha honra....
Te digo:
A única coisa que me arrependo,
é não ter tido coragem
de fazer com que o teu ouvido
fosse o primeiro a escutar meus desabafos.
É tarde...
Sim, eu sei que é...
não a nada a fazer...
só desejo que vivamos em paz.
O que passou não volta, eu sinto...
só não quero deixar que todos os bons momentos
tenham sido obra do acaso.
Pois foram felizes demais para ser culpa só do destino.
Para B.
Isso é um fato!
Deixei de acreditar, ter sido obra do acaso...
Clichê demais para meu eu indefinido.
Preferia qualquer coisa,
a sentir esse asco que tua presença tem me causado.
Creio que não acharia ruim um soco,
a ver tudo o que meus olhos estão sendo obrigados a ver.
Odeio o quanto tua imagem
me faz refletir sob o paralelo que abriga a nossa convivência.
A fidelidade que com o passar dos anos
se tornou cordialidade.
Deixamos (sim, eu sei que o erro também foi meu)
terceiros habitarem nossa realidade.
Ouvimos por outras bocas, palavras nossas.
Falamos sem pensar....
sem pensar...
Escutamos quem não devia...
Minha amiga, os textos foram corrompidos.
Creio eu que você não acreditaria.
Mas irei de encontro ao meu ego,
a minha honra....
Te digo:
A única coisa que me arrependo,
é não ter tido coragem
de fazer com que o teu ouvido
fosse o primeiro a escutar meus desabafos.
É tarde...
Sim, eu sei que é...
não a nada a fazer...
só desejo que vivamos em paz.
O que passou não volta, eu sinto...
só não quero deixar que todos os bons momentos
tenham sido obra do acaso.
Pois foram felizes demais para ser culpa só do destino.
Para B.
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